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Santiago do Chile, Pucon, Puerto Varas, Bariloche, Buenos Aires - Junho 2010

Santiago do Chile 


Em Junho de 2010 tomamos um voo  Rio- Santiago do Chile pela Pluna, ficamos num apart-hotel chamado San Marino http://www.booking.com/hotel/cl/san-marino-suite.pt que está super bem localizado. 
Santiago é para ser conhecida a pé, o centro é lindo! Aos lugares mais distantes dá para ir de taxi como o Cerro San Cristóbal de onde sobe-se de funicular para conhecer a Virgen de La Inmaculada Concepción – uma estátua de 14m no cume do morro. A vista da cordilheira do Andes é fantástica e  se vê Santiago inteira quando tem pouca neblina.

Cerro San Cristóbal
As principais atrações são:
Cerro Santa Lucia - Um parque com fontes e escadas que conduzem ao topo para avistar a cidade em 360°.
Cerro Santa Lucia
A Troca da Guarda acontece no Palácio de La Moneda a cada 2 dias.
Palácio La Moneda
Teatro Municipal.
Museu de Belas Artes
Plaza De Armas - Praça principal da capital, também o local da Catedral Nacional.
Catedral Nacional
 Mercado Municipal - uma diversidade enorme de frutos do mar típicos do Chile inclusive as Centollas.
Mercado Municipal
O jantar imperdível é no restaurante giratório - Av. 11 de Septiembre, 2250 - Los Leones- Lá a vista da cidade é maravilhosa e o ceviche de frutos do mar é impar.
Restaurante Giratório
De Santiago fomos a Valle Nevado, a estação de sky mais badalada do Chile, compramos o passeio no ponto de informação turística, fica bem próximo do mercado municipal. O tour inclui apenas ida e volta a estação e vilas vizinhas, aluguel de roupas e alimentação foi por nossa conta. É bom saber se terá neve na época da viagem. Quando fomos as pistas estavam sendo preparadas e os teleféricos estavam sendo testados para abertura da estação. Havia neve o suficiente para encantar qualquer turista de primeira viagem.

Vale Nevado
Pucon

De Santiago fomos de ônibus - Tur Bus (https://www.turbus.cl/wtbus/indexCompra.jsf)   para Pucon ainda no Chile,  a passagem custa de $ 6.500 a $ 9.000. Este lugar é imperdível, aos pés do vulcão Villa Rica que  é o 2° mais ativo do Chile. Nós ficamos num chalezinho chamado Kernayel Cabanas e Hosteria. O site é: http://www.kernayel.cl/publico/index.shtml  com lareira e muito confortável !!!

A cidade é bem aconchegante, tem diversas cafeterias e restaurantes, tudo delicioso. Não deixe de comer empanadas. No parque Villa Rica tem uma visita guiada pelas cavernas vulcânicas que é muito interssante!
Alugamos um carro e fomos visitar os arredores. Tem umas térmicas naturais que são imperdíveis, imagine tomar banho em água de 40° ao ar livre com temperaturas externas baixíssimas a depender da época. No hotel peça um mapa das térmicas, a melhor é uma natural chamada Termas Los Posones.

Termas Los Posones

Tem também o Parque Nacional Huerquelhue distante 35 Km a noroeste da cidade, com altitudes que variam entre 700 e 2.000m em relação ao nível do mar. O Lago Verde e o Lago Toro são as atrações deste parque, na época que fomos não era seguro fazer a caminhada pois havia chovido bastante. Pucon é uma cidade que tem atrativos tanto no inverno como no verão, há inúmeras opções de esportes de aventura pela região como escalada, canoagem e cavalgada, mas os principais são esqui, snowboard, trekking e rafting. Nós fomos no inverno e adoramos, mas pretendemos voltar no verão para desfrutar de muitas coisas que deixamos de fazer.

Puerto Varas, Frutillar e Puerto Montt


De Pucon pegamos outro ônibus pela mesma empresa, compramos a passagem na rodoviária mesmo e fomos para Puerto Varas. As atrações da cidade estão todas localizadas dentro do Parque Nacional Vicente Pérez Rosales. Lá estão o Lago Todos os Santos e o Vulcão Osorno.
Não importa a estação do ano em que visite o parque, as neves eternas do vulcão sempre serão visíveis. Duas opções para se conhecer o vulcão é escalando-o, o que dura um dia inteiro e possui grande dificuldade, ou fazendo pequenos trekkings ao redor do vulcão. No vulcão, está ainda a estação de esqui Volcán Osorno (http://www.volcanosorno.com). Nós optamos por subir de teleférico e fazer um pequeno trekking, alugamos roupas lá mesmo.

Vulcão Osorno
Não pode deixar de ir a cidade vizinha chamada Frutillar, que é uma vila de origem alemã, as margens do lago  Llanquihue. De lá a vista para os vulcões Osorno, Pontiagudo e Calbuco é maravilhosa.
Frutillar
Fomos ao Mercado de frutos do mar em Puerto Montt onde focas, leões marinhos e pelicanos são alimentados pelos feirantes para que os turistas se encantem, além disso o legal é experimentar tudo que tiver coragem...rsss, os frutos do mar são bastante esquisitos mas são deliciosos, provamos quase todos!! Os mais gostosos são: um marisco chamado Congrio e uma espécie de cozido de frutos do mar, o Curanto, um sabor maravilhoso!
Mercado em Puerto Mont
Cruce del lagos


Em Puerto Varas compramos o passeio Cruce del lagos http://www.visitchile.cl/crucedelagos.htm   para fazer a travessia dos lagos até Bariloche. O ônibus é o primeiro transporte que faz a primeira parada  para conhecer os Saltos do Río Petrohué, onde há belas quedas d’água de cores radiantes, de tons esverdeados e azulados com vista para o vulcão Osorno.

Saltos de Rio Petrohué
Segue-se de ônubus até o primeiro lago que é o Lago Esmeralda onde toma-se o catamarã até a vila de Peulla. Existem 2 opções para esta travessia: dormir em Peulla ou ir direto para Bariloche, depende de como está o clima. Nós optamos por dormir em Peulla, é muito interessante e tem diversas atrações para passar o tempo neste pequeno vilarejo. No dia seguinte tomamos outro ônibus após o café da manhã, passando pela fronteira Chile-Argentina atravessando a Cordilheira dos Andes, a 976 m até Puerto Frías onde toma-se outro catamarã para atravessar o Lago Frías até Puerto Alegre. Em Porto Alegre pega-se um ônibus até Puerto Blest onde há uma parada para o almoço que não está incluído no pacote. Em Puerto Blest começa o último trajeto até Bariloche navegando o Lago Nahuel Huapi onde as gaivotas seguem o barco e podem ser alimentadas com biscoitos.
Cruce Andino
Bariloche


Na época que fomos era inverno, dizem que no verão tem que comprar os ingressos para a travessia com antecedência. Chegando em Bariloche de catamarã  o ônibus da empresa já nos esperava e nos deixou em nosso hotel, Hotel Tyrol. http://www.booking.com/hotel/ar/tirol.en.html. É simples mas bem aconchegante e bem localizado.
O ponto de referência da cidade é o centro cívico, fica numa praça na margem do lago e onde tem o centro de informações turísticas, de lá saem as principais avenidas da cidade, a pricipal delas é a Mitre onde estão localizados a maioria dos restaurantes, lojas de roupas (aluguel e venda), casas de chocolate e agências de turismo. Há vários circuitos turísticos que podem ser percorridos de bicicleta, carro ou em grupos através das agências. Nós alugamos um carro porque gostamos de fazer nossos próprios circuitos e horários.

Centro Cívico
No primeiro dia alugamos roupas de neve logo para os dias que iríamos ficar pois sai mais barato do que alugar a cada dia.

O que fazer em Bariloche:
Cerro catedral - 1 dia inteiro para brincar como criança na neve, pagamos 30 pesos por pessoa para subir nas telecabines, a fila era enorme, demorou muito, o ideal é chegar cedo e aproveitar bastante no topo depois descer e passear pela vila. Existem escolas de sky, cafeterias, restaurantes, lojas e vários hotéis. Se estiver nevando considere-se uma pessoa de sorte pois o visual fica ainda mais exuberante.

Cerro Catedral
Cerro Campanário - meio dia dá para visitar, a subida é de teleférico aberto,cadeirinhas para dois, a vista para o lago Nahuel Huapi é a melhor que há em Bariloche, tem casa de chá onde um chocolate quente sempre é bem vindo no inverno.
Cerro Campanário
Cerro Otto- meio dia é o suficiente, tem uma cafeteria giratória e pode-se caminhar pela neve em volta do cerro e apreciar um visual fascinante.
Cerro Otto

Cerro Otto
Visitar o Hotel Llao Llao e tomar o chá das 5,  é maravilhoso, pagamos 40 pesos por pessoa, além da beleza do lugar o atendimento é surpreendente!!!!
Hotel Llao Llao
Cerro Tronador, fica a cerca de 90 km de Bariloche na divisa entre Argentina e Chile. Há excursões que saem de Bariloche. Fomos de carro, parte da estrada é asfaltada e a outra parte é cascalho. Ao entrar no parque (20 pesos por pessoa)  há uma guarita onde são passadas as informações dos passeios com o mapa. Fomos primeiro a cascata Los Alerces, não tem nada demais, por isso recomendamos ir direto ao cerro Tronador. Há uma controle de horário de subida (das 10hs às 16 hs) e descida ( após às 16 hs) de veículos, pois a estrada é estreita e em alguns pontos só dá para um carro passar. O caminho é lindo, ladeado por bosques e alguns mirantes para apreciar os lagos. Como nós fomos no inverno tivemos dificuldades a medida que fomos nos aproximando das partes mais elevadas onde havia bastante neve e gelo na pista pois o carro estava com os pneus gastos e só conseguimos chegar até a o Ventisqueiro Negro que fica a cerca de 2 km da base do Cerro. Este ponto é  muito lindo para observar a mistura do gelo com as larvas vulcânicas no lago congelado, além do barulho do gelo desprendendo das geleiras, dai o nome Tronador.
É importante ao alugar o carro, observar a situação dos pneus e alugar junto as correntes para neve.
Cerro Tronador - Ventisqueiro negro
A base do Cerro fica praticamente deserta no inverno, pois a estrutura é toda montada para o verão, então é bom levar água e  lanche. Caminhamos desde o Ventisqueiro até a base com neve quase até o joelho, apreciando a paisagem e as esculturas que a neve vai formando na vegetação. A sensação de paz e tranquilidade é única, tudo branquinho e perfeito para relaxar!
Base do Cerro Tronador
Vila La Angostura


De Bariloche fomos de carro para Vila La Angostura que fica a 85 km, onde nos hospedamos no hotel El Faro -  http://www.hosteriaelfaro.com.ar/escolha. na margem do lago Nahuel Huapi. O caminho até La Angostura vale a pena, pois vai-se contornando o lago até a outra margem entre as montanhas dos andes.
Tem bastante coisa para fazer!

Hotel El Faro
Visitar a floresta de Arrayanes que é um bosque com árvores típicas da região nas quais Walt Disney se inspirou para criar o personagem Bambi.
Cerro Bayo é a estação de sky mais charmosa da Argentina. A vista para o lago é realmente maravilhosa! Como fomos bem no início da alta estação tinha pouca gente,  havia momentos que nos sentíamos num paraiso perdido, foi incrívelmente sensacional!!!
Cerro Bayo
Para quem vai no verão ou antes do inverno forte começar, pode fazer o caminho dos sete lagos, nós tentamos ir mas estava chovendo muito, voltamos do meio do caminho e mesmo assim o visual era lindo. São sete lagos até a cidade de San Martin de Los Andes. Tem agência de turismo que também  faz o passeio.

Buenos Aires

Voltamos para Bariloche de onde pegamos o voo para Buenos Aires.
Ficamos hospedados no Hotel Reino Del Plata http://www.booking.com/hotel/ar/reino-del-plata-boutique.pt-br.html bastante agradável e bem localizado. Recebemos um mapa turístico de tudo que vale a pena ir. O pessoal deste hotel foi muito gentil conosco.
Nós não alugamos carro, andar é a melhor opção pois o trânsito é complicado e estacionamento é difícil. No centro as ruas são lindas vale a pena admirar tudo de perto. Aos lugares mais distantes vá de taxi porque é super barato. Tem o ônibus que faz o citytour passando nos principais pontos.http://www.toursyshows.com.ar/portugues/ficha/15/City-Tour/
Preferimos conhecer a cidade por conta própria, começamos nosso tour pela Plaza de Mayo onde estão os principais monumentos como:  O cabildo (a primeira sede do governo), a Catedral, a Prefeitura e a Casa Rosada.

Plaza de Mayo
Caminhando em direção ao Rio da Prata, por trás da Casa Rosada chegando a Porto Madero que é  o antigo porto que foi totalmente renovado e hoje é um dos lugares mais exclusivos da cidade com vários restaurantes e bares, é o lugar perfeito para apreciar a culinária portenha e os inúmeros e deliciosos vinhos Argentinos.
No dia seguinte pegamos um táxi que nos deixou em La Boca, bairro próximo ao Estádio La Bombonera que deve visitado. A mais famosa rua do bairro é El Caminito que é repleta de bares e restaurantes com shows de tango nas calçadas, o colorido das casas de madeira deixa o ambiente bastante alegre e descontraido. Encontram-se artistas de rua que cobram poucos pesos por uma fotografia típica em poses de tango.

La Boca

La Boca
Os shows de tango são inúmeros, os melhores são Sr. Tango e Sabor a Tango que funcionam como um passeio turístico sendo que há a opção de ir por conta própria. Os pacotes vendidos nas agências de turismo e nos hotéis são legais. Fomos no Sabor a Tango, o ônibus nos pegou no hotel no horário marcado. Compramos o pacote que incluia aulas de tango, foi muito interessante e divertido!!! Os professores são os próprios bailarinos do show. Há pessoas de diversas nacionalidade onde a interação é interessante. Os pares são formados e a aula começa!!! Depois da aula, começa o jantar e a seguir o show!

Os principais pontos turísticos de Buenos Aires são:
Calle Florida
Plaza de Mayo , Casa Rosada e Cabildo
Congresso
Congresso Nacional
Porto Мадеро
Feira de São Telmo (se for domingo)
La Bombonera - o estádio (não vá em dia de jogo)
La Boca (El Caminito)
Plaza San Martin
Recoleta - vá ao cemitério
La Recoleta
Palermo- vá ao jardim japonês!
Relógio do ingleses
Relógio dos Inglêses
Nós não fomos ao Jardim zoologico mas nos disseram que é muito legal.





Ushuaia,Puerto Natales, El Calafate, El Chaten - fevereiro de 2006

Viagem a Ushuaia – Puerto Natales (Torres Del Paine) – El calafate e El Chatén ( Fitz Roy)
Fevereiro de 2006.

Pegamos um vôo de Salvador para São Paulo e depois para -Buenos Aires (Gol linhas aéreas), Buenos Aires para Ushuaia (Austral- companhia regional pertencente a Aerolíneas Argentinas)


Chegando em Ushuaia


Ushuaia

Chegamos a Ushuaia por volta do meio dia onde passamos cinco dias. No aeroporto existe um quiosque com todas as informações turísticas, lista e preço de hospedagens, locadoras de automóveis e bikes, pontos turísticos e os pontos e preços dos transportes para os parques.
Ushuaia é uma cidade linda e aconchegante. Fomos na época do verão, em fevereiro, mesmo assim fazia muito frio e ventava bastante, nada que um bom agasalho não resolva.

Há um centro de informações turísticas no píer, onde você não pode esquecer de pegar os mapas dos parques que irá visitar, onde estão descritas todas as informações de trilhas, grau de dificuldade e tempo de duração.

Ficamos hospedados numa Guest House chamada Hostal Rio Ona, os porprietários são um casal de idosos bastante simpáticos que preparavam nosso café da manhã na cozinha da prórpia casa. Não conseguimos quarto com banheiro privativo mas o banheiro coletivo é bem asseado, a roupa de cama limpa e cheirosa. Não tivemos problemas muito pelo contrário foi uma das melhores hospedagens da viagem.

Hostal Rio Ona

Hostal Rio Ona



O que fazer:

Não deixe de caminhar pelas ruas da cidade ao final do dia depois de retornar dos passeios pois no verão o sol se põe depois da 21:00 hs.


Ushuaia

Ushuaia

Glaciar Martial

Glaciar Martial, praticamente dentro da cidade, cerca de 5 min de carro até a base onde toma-se o teleférico para apreciar a linda vista da cidade ás margens do canal de Beagle. Para quem gosta de aventura não se contente apenas em ficar apenas onde termina o trajeto do teleférico, explore a região pela trilhas que podem te levar até o topo do glaciar. Fomos de taxi até o ponto onde se pega o teleférico para subir, pagamos $14 e a entrada $30 para dois.
Aerosilla - Teleférico

Subida de Teleférico

Trilha para o topo do Glaciar Martial

Glaciar Martial

Parque Nacional Tierra Del Fuego

Peguamos um transporte de alguns dos pontos da cidade que lhe deixará em qualquer ponto que você escolher para inciar sua trilha, assim como para voltar, é só combinar com o motorista. Pagamos $40 pelo transporte e mais $40 para entrar no parque (2 pessoas). Fizemos uma trilha que durou cerca de 6 horas, que se inicia na entrada no parque percorre toda a margem do canal de Beagle e termina em uma excelente cafeteria onde repomos toda energia gasta na caminhada. Há outras trilhas menores que dá para fazer com tranquilidade.











Estacion Del Fin Del Mundo 

Neste parque há uma estação do chamado trem do fim do mundo que vc pode tirar fotografias, fazer um passeio pelo bosque, comprar lembranças, tomar chocolate quente etc...
O passeio de trem que dura em torno de 3 horas é incrível, tem calefação e janelões para apreciar a natureza, ele passa por diversos lugares como pelo cemitério de árvores deixado pelos presidiários que trabalharam na construção da ferrovia há muitos anos. Veja infomações  no link Trem del fin del mundo





Passeios pela Ilhas 

Os passeios saem do porto diariamente, é fácil encontrar as companhias que fazem o tour pelas ilhas la mesmo. Conhecemos o farol do fim do mundo, colônias de lobos e cormorrones marinhos. Paramos nas Ilhas Bridges onde pudemos caminhar um pouco e saber mais sobre a fauna e flora do lugar.






Piguineria 

Para a Piguineria prefirimos o passeio que vai de carro até a estância Harberton e de lá pegamos uma lancha até a piguineria onde  pudemos descer e caminhar entre os pingüins. Existe o passeio que vai direto de barco mas que o turista  não desce para andar entre os pingüins. No caminho passamos para conhecer uma árvore que o forte vento a faz parecer uma bandeira, chamada então de Árbol Bandera.




Lagos Fagnano e Escondido

Não tivemos tempo de apreciar esta atração pois no dia que reservamos para ir estava chovendo muito, mas vi uma fotos lindas e deve ser muito bom o passeio. Mas do avião pude apreciar a beleza e imensidão do Lago Fagnano.




Onde Comer:

Não deixe de comer o cordeiro patagônico que é encontrado em diversos restaurantes da cidade. La Estância foi onde saboreamos esta delícia. Outra iguaria que não deixe de degustar (apesar do preço...) é a centolla (caranguejo gigante de águas frias e profundas).

Centolla

Cordeiro Patagônico - La Estância Restaurante

Punta Arenas para Puerto Natales

Saímos de Uchuaia em direção a Punta Arenas no Chile, de ônibus numa viagem de 12 horas pelo deserto patagônico, passando pela fronteira Argentina – Chile, cruzando também o Estreito de Magalhães de Ferry Boat. Em Punta Arenas o ônibus para num ponto que não é rodoviária onde aparecem centenas de pessoas oferecendo hospedagens populares nem sempre muito confortáveis, apenas básicas para uma noite. No dia seguinte pegamos um ônibus em direção a Puerto Natales.





Chegando a Puerto Natales, porta de entrada para o Parque nacional Torres Del Paine, alugamos um carro e fomos direto para o parque onde nos hospedamos.




Não tínhamos reservado nada, foi um pouco demorado até encontrar um hotel que não são muito baratos. Demos muita sorte de encontrar um que é super bem localizado de onde avistávamos as torres da varanda do nosso quarto, Hotel Tyndall. Pagamos em torno do U$400 por 3 dias que ficamos hospedados e valeu bastante!
Conhecemos o parque todo de carro e assim pudemos escolher também as trilhas que faríamos. Ao entrar no parque vc recebe um mapa com todas as trilhas, localização de hotéis, campings, em fim, tudo que existe dentro do parque.


Optamos no primeiro dia pela trilha que chega à base das torres. Apenas 8 horas de caminhada ida e volta... existem paradas para descanso, campings e tudo é devidamente sinalizado. A subida é um pouco íngreme e chegando ao topo a paisagem é fantástica, venta bastante e faz frio, na maioria das vezes as torres ficam cobertas por nuvens o que nos obriga a aguardar até que elas apareçam novamente. São torres de granito que refletem a luz do sol, é uma das paisagens mais lindas que já vimos!

No dia seguinte fizemos um passeio de catamarã atravessando o lago Pehoe de onde saem trilhas até outros pontos como: o glaciar Grey, glaciar do Francês ou apenas caminhar até avistar as torres por outro ângulo. O catamarã tem horário de retorno, cuidado para não perdê-lo.
No terceiro dia fomos ao lago Grey de onde vc pode avistar o glaciar de mesmo nome e observar os têmpanos( pequenos icebergs) que se desprendem do glaciar e chegam até a margem dos lagos com suas exuberante tonalidades de azul!

Seguimos viagem no dia seguinte de volta para Puerto Natales onde devolvemos o carro e tomamos um ônibus em direção a El Calafate, uma cidadezinha muito agradável, com bastante hotéis, albergues, restaurantes, às margens do lago Argentino. Novamente alugamos um carro e fizemos o seguinte roteiro:


1° dia – Glaciar Perito Moreno – um dos lugares mais lindos que já vimos, inesquecível! Ficar horas a fio diante daquela massa gelada tentando descobrir onde cairá o próximo bloco que provoca um enorme estrondo em contraste com o silêncio que reina no local, faz o coração bater mais forte. Para quem gosta de se aventurar, pode fazer um trekking sobre o glaciar, é vendido no local, tem roupas adequadas e guia.



2° dia – Passeio de catamarã visitando todos os glaciares. Compramos o passeio em uma das agências da cidade, custou $60 o casal. Saímos de ônibus de El Calafate até Punta Bandera que fica a 50km de distância, de onde tomamos o catamarã e navegamos entre os têmpanos até avistar os Glaciares. È muito lindo, este passeio, vale a pena!

3° dia – Fizemos nosso chek-out no hotel e fomos em direção a El Chaten, uma vilazinha de aventureiros que faz parte do mesmo parque, Parque Nacional Los Glaciares. O lugar é encantador, bastante interessante para que adora trekking. Na entrada desta vila tem um posto turístico com todas as informações necessárias para as trilhas. Ficamos hospedados numa pensão bastante simples, bastante limpa com várias que existem por lá, para quem quiser tem resort 5 estrelas...

Optamos pela trilha que chega a base do Fitz Roy, uma caminhada e tanto, cerca de 8 horas ida e volta! Lindooooooo, imperdível!!!
O ideal em qualquer uma destas caminhadas é levar o próprio lanche com bastante líquido e chocolate para fazer seu pique-nique apreciando as incriveis vistas pelo caminho e quando estiver no topo!
Voltamos a El Calafate para tomar o vôo de volta direto para Buenos Aires de onde retornamos para o Brasil.